domingo, 7 de dezembro de 2008

Minha Espécie.


Quem sou eu? Sou aquele que te espera na espreita, em busca de carne fresca.
Aquele que foi considerado inexistente por muitos e acreditado por poucos.
Aquele que caminha nas sombras, não solitário, mas com toda sua raça.
Na antiguidade nos tínhamos que esperar a lua cheia, agora, saímos quando queremos.
Somos andarilhos da noite que são atraídos pelo som da sua voz.
Se nos revelarmos, seremos caçados como tempos atrás, se for um de nos não perca tempo, saia do armário, pois estamos esperando você para fazer parte de nossa alcatéia.
Por: Lilith.

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

Portões do Paraíso


Olhe!
O mundo caiu!
Veja!
Tudo acabou!
O que vou fazer?!
Estou sem um livro para ler
Aqueles que a muito já se foi
Hoje sinto falta de até um simples “oi”
Sonhos acabados
Luzes e desejos dizimados
O motivo para viver morreu
Fulano é esse ladrão que roubou meu singelo eu
Sem dó e piedade
Ou até mesmo sem perceber
Fulano é esse ladrão que já morreu
Já morrestes pobre diabo, seu nome fostes Bartolomeu
E o que farão!?
Todos os parentes deste aldeão?
Pobre homem tivera mulher e filho
Mulher estuprada e filho morto por um assassino
Não me surpreende o fato dele ter se tornado um louco varrido
Após ter visto o filho gritar desvanecido.
Depois de ter morrido, o problema de Bartô foi resolvido
Não terá de chorar no seio de um mundo maldito
E sim dançar e brincar com sua mulher e filho já falecidos
Em um dia ensolarado dentro do Paraíso.
Olhe!
O céu está a cair!
Veja!
As paredes foram ao chão!
Tudo acabou!
Com as paredes ao chão
A terra sujou o pão da minha mão
O que vou comer?
Não há mais nada a se fazer
O que vamos comer?
Tem corpos estirados na rua
Vamos cozinhar para nos alimentar
Humanos? É isso que vamos comer?
Sim, e que tal um peito asiático banhado ao molho rosê?
Hum, vamos pegar!
Ah! Essa é só mais uma louca criação
De um mundo caído ao chão
Cheio de dor e maldição
Não se deixe cair nessa ilusão
Pena que em nem todos fogem dessa guerra
E que em Casas de mãe Joanas elas correm com toda pressa
Pensando em ganhar uma vida de glória
A vida dura desaba sobre doce Victória
Que Madame Joana acolhe como uma linda sobrinha
Para servir sem reclamar os “titios” dessa triste sina
Pobre menina, só queria ter uma vida vivida
Não ter quatorze anos e pelos seus pais ser vendida
Agora com seus vinte-e-poucos é uma mulher acabada
Uma bela e sem valor, mulher glorificada
Uma beleza que por muitas é invejada
Mas que mulher é essa que de uma vida só queria glória
Ganha de homens inescrupulosos dor e sangue
Minha pobre Victória
De lábios rubros como a sua dor latente
Escarlate é seu fim entre lágrimas inocentes
Com uma russa... é isso! Uma roleta russa
Vê sua sorte que por fim funciona, e vê que coragem ela usa
Após voltar de queixo erguido a mais um dia de tentativa falhada
Pobre Victória sua bela tez de lágrimas está marcada
Desse Cabaret ela está a cantar e dançar
Victória não teme o fim desta noite que está a chegar
Só almeja em seu quarto estar para finalmente descansar
Pegar a sua arma e a sua triste sorte testar
Para finalmente com esse tormento terminar
Mas está cansada de tanto tentar
Será que sua sorte mudará?
O início da tentativa começar a girar
Com uma 38 levada a boca, o gatilho ela quer puxar
... um minuto de silêncio está a agonizar
... dois minutos e lágrimas estão a derramar...
PAAAAAUUUUU!
A sorte de pobre Victória acabou de mudar.
Pois Madame Joana cansada de vê-la chorar
Aplica-lhe o projétil para seu sofrimento enfim, acabar
Agora no seu desejado Céu
Ela vai cantar e dançar com os anjos, seus eternos amigos
Rente aos portões do Paraíso.

Por: Medye Platinun

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Algo em vista, não se preocupe é a morte.



O futuro é uma esperança e a única certeza é a morte, que sempre nos encontra de todas as maneiras.
Se fugir ela acha, se esconder também. Não adianta, ela tem um rastreador pessoal.
Fique em quanto pode, aproveite tudo, faça coisas mirabolantes, no final de tudo, lute mostre que você é digno de ficar neste mundo que a muito já se foi.
Ria na cara da morte, coragem é tudo, todos nós a temos, só não demonstramos.
Faça, eu acredito em você. . . .
Por: lilith

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

Vício



Você é uma droga
Não consigo resistir a você
Estou tentando um tratamento
Mas sempre volto a ti
Por favor! Eu não quero mais.
A droga não liga mais pra mim...
Mas não sou forte o suficiente para negar.

Eu queria ser sua droga também
Para que não me renegue mais
Eu queria que você me procurasse desvanecido
Não ligue para esse tratamento
Deixe de lado o seu, que eu já tenho um jeito de deixar o meu.

Sinta isso, é meu amor.
Venha para mim e sinta a adrenalina
Nunca vou deixar de te amar, porque você é meu vício.
E sei que sou seu vicio também.

Adore-me, como te adoro.
Ame-me, como te amo.
Abuse-me, como te abuso.
Não me deixe
Não me deixe
Não me deixe


Por: Rachel M. Bathory

Carta para Johann


Os minutos estão me obrigando
As horas está me matando
Vozes estão me avisando
Que meu tempo está acabando

Já não tenho mais motivos
Estou perdendo o que resta de mim
O meu amor, tento muitas vezes chamar
Tento mil
Tento dois mil
Milhares de mil
E nada dele vir me falar
Que tudo se resolverá

Hoje o vento não me ajuda
Anseio por choros
Receito na morte
Me desejo sorte
Meu desespero surge
Minha hora também
De uma louca saudade
De um louco desdém

Se me ama assim
Não me deixe lhe presentear com o rancor
Não me faça querer o seu horror
Pois jamais terá meu amor
Pobre homem, já perdestes a alma
Eu não a quero, corra!
E dê para quem queira amá-la

Viva a vida e deixe a minha
Clamo pelos meus guardiões
Treze, um número de proteção
Para que proteja do meu amor, o seu coração
Um ser que amo com toda paixão
Deuses que olham por mim
Não deixem que Johann o mate por mim

Johann, me deixe ser feliz
Me deixe ver o amanhecer
E os anjos resplandecer
Cantar para mim e enaltecer
Que não tenho que perder
O meu amor
Como perdi você.
Por: Medye Platinun

Sr. Desespero


Por favor Senhor Desespero
Estou morrendo
Vejo minha alma sair pelos fios de meu cabelo
Sim! Estou
Eu preciso realmente de amparo
Aqui eu me sinto assustado
Estou caindo nessa loucura
Para o que há de mais insensato
Aqui eu me sinto sufocado

Senhor Desespero
Ninguém vai me achar
Pois descobri que já morri
Não há alguém aqui que possa me amar?
Essas são palavras de uma alma jogada em alto mar

Para escapar não estou preparado
Aqui eu me sinto sufocado
Você pode me ouvir?
Não, pois não há nada que você possa me dizer
Desse tormento, nada poderá me esclarecer
Do por que tive de morrer
Ninguém poderá aqui, me deixar ver o amanhecer
Nessa escuridão para sempre irei viver
Todos aqui irão me prender.
Por: Medye Platinun

terça-feira, 7 de outubro de 2008

Solidão



Levando os dias que já se encerraram
O rio corre em busca de um novo ar,
Sua alma brinca envolta daquele corpo
Liso,
Macio,
Puro e pálido
E essa imagem se torna cada vez mais clara

Os risos se tornam vivos
Mas poucos ousam escutá-los
E os que ouvem
Se postam de joelhos e começam à rezar

Risos e choros se mesclam ao som do rio
E ela fica lá, com o corpo banhado, com sua tez alva e mãos pequenas,
Pálidas
Seus dias já acabaram e sua alma é levada pela água à espera de purificação
E no fim, o que resta são risos, choros, lembranças e a ridícula solidão.

Por:Medye Platinun

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Absinto


Querido, venha até mim.
Sou a sua rota de fuga
Sou o espelho que reflete a sua realidade mais doce
E sua única ajuda


Morda essa maçã
E caia em desejos
Queime dentro de mim
Todos os seus medos


Você nunca verá
Você nunca será
A perdição nunca irá te achar


Morte que caminha ao seu lado.
E te guia nos passos certos
Mostre-me que nada irá lhe acontecer de ruim
E sempre terá o meu afeto


Olhe para o céu enegrecido
E perceba que sempre estive ao seu lado
Levando, lhe mostrando
Que sou seu absinto
No seu teor mais doce e alcoólico
Sou seu vício
E nunca se esqueça
Que sem mim
Nada teria sido
Sou seu vício
Sou seu eterno absinto.


Por: Medye Platinun

Anjo Meu


A cada movimento do vento
Ganho pingos de pensamento
Onde imagino o anjo que tanto desejo
Me causado dor no peito
Fazendo-me sofrer em meu leito


Mas não temo esse desejo
Nos seus olhos, fito sem medo
Me presenteando com claras cores
Me amaldiçoando com fortes dores


Um presente me deste
Em um sonho, a mim vieste
Vi tua tez tão bela
Pude sentir o toque das mãos dela
Tão celeste foi essa festa
Ao ouvir a música de mil violinos
Mostrando-me que não devo fugir do destino


Fendas da inocência se abrem em meu caminho
Não poderia querer nada, a não ser dela o seu carinho
Daqueles olhos, uma hipnose, uma cor
Os olhos azuis que mostra vida e a dor
De meu sonho que por fim acabou


Tão delicado anjo que me enxuga as lágrimas
Plena ao meu lado, és uma dádiva
Ganho noites de tormento por não tê-la ao meu lado
Pois a sua imagem, e a seu coração estou atado


Em um livro gostaria de escrever nossa história
Onde eu a amaria a cada passar das páginas
Aqui, comigo seria uma eterna glória
Tudo o que é de mais querido se mostra nas mesmas lágrimas


Anjo meu que a mim vieste
Não me deixe como uma velha veste
Para sempre estarei lhe esperando
Como esperei para encontrar alguém do mesmo encanto


Por: Medye Platinun

sábado, 20 de setembro de 2008

A Visão de Dante


Um dia, nao sei pq, mas vermelho se tornou
Tentei tao duramente entender
Mas o clarao da realidade se negava a me iluminar
Nada parece ter sentindo
Sinto q a escuridao me envolve
Quão maldita sou
Num inferno tudo parece se tornar
E por uma culpa nao consigo me salvar

Mas agora percebo q pelos gritos q eu já dei
Pelas lembranças q agora sao vultos
E pelos sonhos
Que como uma vela se apagou
Por uma gota de sangue te ofereço o meu corpo

Não enconro forças
E esse vermelho pulsante e quente
É a única coisa q me faz sentir viva
Quão maldita sou
Uma morta-viva que caminha seum um rumo
Me escondo dos claroes da vida que queima o meu físico
E num transe que congela o meu ser, adormeço
Onde ao cair do sol, vem o negro q meus olhos ousam ver,entao
Saio para mais uma vez drenar uma vida e me satisfazer

Caminhando pelo vale da morte
Minh´alma percorre sobre o luar, a terra sepulcral
E por entres as ávores sombrias...
Clama por sua salvaçao

Os potes de sangue q nao compreende o q nao pode ser explicado
A sua imaginaçao cria, e inventa
Mas quão patético és, pois a sua mera invensão
É o triste retrato da dantesca realidade.

Por: Medye Platinun.

Noite de Amor


O céu, de inegável negror
Derrama sobre a terra
Num enlace de beleza e amor
Poesia lícita que não se encerra

No céu as estrelas vertentes
Bailam na imensidão do espaço
Junto aos meus sorrisos evidentes
Dados na alegria dos teus braços

A lua a esbanjar graça e beleza
Coroa-te de brilho oh princesa
No sublime ápice da madrugada

E envoltos em pensamentos aéreos
Tento desvendar teus mistérios
Dama da noite, jovem amada

Por: Rafael V.

Pesadelo


Todo ser é dividido em sombras e luz, ja os humanos são chamados de privilegiados por aqueles que só possuem uma dessas forças, a meu ver são os mais inocentes, pois não tem uma orientação “maior”. Passam á vida tentando não se corromper e no fim ocorre exatamente o oposto de seu desejo vão direto para a sombra de um mundo tenebroso, onde não há volta.
Mas a esperança vive em nossos corpos e garças a ela têm forças para obter pequenas realizações que nos distraem e adiam o pesadelo, ser largados por aqueles que a muito lutaram para nos manter seguros.
A única certeza é a morte que não é o fim, mas um novo começo mesmo que divino ou diabólico.
por:lilith

Prisão


Meus olhos perseguem o invisível

Estou tão cansada de estar aqui

Desejo dormir em qualquer lugar

Sem me importar com quem espera por mim



Ando para frente e para trás

Nunca paro de me movimentar

Será que algum dia irei parar?

Aqui não quero mais ficar



Nesta terra que nada me vale

A luz da lua tenta me guiar

Mas se for para voltar a algum lar

Nesse inferno prefiro estar



Agora não é a hora

Agora não é o lugar

Deus! Para estar aqui nunca precisei sonhar



Vocês são tão fáceis de ler

Como um cartão de visitas

Que se pega e joga fora

Vocês eu nunca quis ter



A indiferença me toma

Ofereça um brinde ao desapego

Pois ele é minha única companhia

Porque pelo que sofri

Aos ceifadores nunca darei minha anistia



Muito obrigado cara platéia

Gráças a vocês sempra ganhava meu dia

Vendo os episódios da agonia

Para cada tragédia de suas vidas



Mas percebo que gritos e choros começa a criar uma melodia

Aponto de me fazer dançar como uma bailarina

Que perdida no embalo de sua coreografia

Se apaixona pelo fantasma completamente enlouquecida



A cada hora de um rio que passa

Vejo minha alma fugir pela estrada

A auto-estrada que me guia para o infinito

Onde meu corpo será dizimado pelo assassino

Que chorava por um amor que o havia esquecido

Com a minha vida ele terminou entristecido



Mas percebo que estive sonhando

E que para essa triste realidade acabei voltando

Sempre terei gritos e choros que me criará uma melodia

Me fazendo querer morrer a cada hora do meu dia

Mas quantos anos terei quando acabar esse tormento?

Espero que seja antes do meu silencioso envelhcimento



Sei que nada mudará tão cedo

E que demorará para eu me apaixonar por um belo cavaleiro

Minh´alma negra como a noite clama pelo fim dessa vida sofrida

Assim como eu clamo pelo fim dessa poesia.



Por: Medye Platinun

sexta-feira, 19 de setembro de 2008

Último Suspiro


Pelo tempo de minha vida andei sonhando com você

Em tristeza minha alma parecia ser

Achava que poderia ter o amanhecer

Se ao meu lado pudesse te ter


Realidade, realidade me guie ao caminho da felicidade

Trancada nessas torres não quero passar a eterniade

E sofrer com a dor de uma triste verdade

Trancada nessas torres não quero passar a eternidade


Sonhos e fadas parecem me iluminar

Para elas eu queria poder desejar

Fugir desse lugar

Ir de encontro para de encontro para o que meu sorriso a mais de almejar

Estar onde meu cavaleiro há de me esperar


Estou tão cansada da escuridão

Queria ver o céu

E por que não?

Sempre estive esperando pelo dia que irei morrer

Nunca foi preciso adivinhar que seria antes de envelhecer

Mas estou tão cansada da escuridão

Todos podem ver o por-do-sol

E por que eu não?


Aqui está amostra tudo com o que sonhei

Semanas, meses, anos

Para você sem perceber a escrever passei

Com tudo que desejei

Você é minha fuga e isso é tudo o que sei


Em uma carta

Eu deixei por escrito, antes de meus olhos terem morrido

Tudo o que eu deveria ter dito

Que o amo só pelo fato de você ter existido

E que daqui eu sempre quis ter fugido

Para o que há de mais querido


Minha tristeza agora irá recomeçar

Porque a rainha dramática resolveu cantar

Uma canção de ninar para minha alma acalmar

E nessas torres eu voltar a sonhar


Vivo esperando por dias melhores

Onde essa rainha só me dará dias piores

Mas sei que posso esperar seu amparo

Porque está em mim que devo amá-lo

E com meu último suspiro

Irei cantar para ele que o amo

E através do vidro

Que quebra em milhares de pedaços

O cavaleiro vem para meu coração partido

Ganhando o meu abraço

Eis meu eterno amigo

Que sei que amarei por toda eternidade

Por me buscar para uma nova realidade.


Por: Medye Platinun

Em homenagem à George Veras.










Anjos e Demônios

Eu sou um anjo
Mas ando tão desiludida
Você poderia ser minha amiga?
Por que só não posso ficar
Eu sou seu demônio
E posso te ajudar
Serei sua melhor amiga
Mas terá um preço à pagar
Habitamos a mesma casca
Ela vem no meio da noite
E perco minha luz em mais uma briga
Anjos - Para mim essa dor assina meu óbito
Demônios - Para mim essa dor me reanima
Não consigo conviver com isso
Mas também não consigo ser eu sem ela
Por que respiro?
Ando, vivo, mas morta sempre fui
Esta obsessão com a morte
É um tapete vermelho que me leva até a sepultura
Eu sou um anjo
E sou um demônio
Sou sua delicadeza
Sou sua puritana
Mas também
Sou sua vulgaridade
E sua falsa candura
Dois corações
Um corpo
Seu melhor sonho
Seu pior pesadelo.

Por : Medye Platinun

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

Olhos Azuis


Vejo pálida formosa
No céu, uma alma carinhosa
Morrendo ao som da melodia
A envenena louca entristecida
Não tema pequena criança
Está feita aliança
A penitência está marcada
Uma doença de sangue
Que em rios a deixa destroçada
Mas não tema pequena criança
Sua sorte está lançada
Onde os anjos cantam
Até surgir o sonho
Da mulher amargurada
Que chora sob o céu tristonho
Mas encerraremos os suspiros
Com mordidas de vampiros
Porque não quero ver o brilho
De seus olhos, um azul tão vivo
Aponto de eu desejar estar no paraíso.

Por: Medye Platinun.

terça-feira, 16 de setembro de 2008

Sophia



Entorpecidos pelos pecados
Mostram-se anjos não-alados
Essas facetas da morte me guia
Aos meus desejos e sonhos que me ilumina
Até chegar onde minha alma esquenta
Esquecendo da dor relenta
Do meu amor que um dia me abandonara
No dia que me revelara
"Dos beijos de amor que te roubei
Os mesmos gostos não mais terei"

Abandonada nessa vã tortura
Minh..alma chora e as lágrimas, o corpo proucura
Meu maior desejo é poder adormecer
E poder cair na cruel arte de morrer

Mas olhe que bela rainha me tornei
A mãe dos condenados
Todos eles acolherei

Venham minhas crianças
Lhe contarei histórias
De anjos brancos voando entre auroras
Cantando em suas festas da agonia
E dançando, como em meus sonhos havia

Mas anula meu riso a visão do rosto suicida
Eterno riso me me roubaram
Me deixando enegrecida
Aquela face zombeteira que me arruina
Ao lembrar do meu amor que um dia me abandonara
No dia que me revelara
"Dos beijos de amor que te roubei
Os mesmos gostos não mais terei".

Por: Medye Platinun


Pensamentos sórdidos

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Estou cansada de tudo e todos, porém vejo uma luz no fim do túnel, pena que seja o fogo do inferno, mas não vou me entregar, vou destruir a doença deste mundo antes que a mesma faça com as pobres almas que não sabem o que esta por vir.

O mundo esta sendo dominado a muitos e muitos tempos, por uma criatura que destrói seu habitat, mata e dilacera suas vítimas. Por incrível que pareça estou falando do homem, o ser que esta no topo da cadeia alimentar que mais parece um parasita. Nos mesmos permitimos tal ofensa e a mais breve saída é a morte ainda que isso seja para aqueles que são fracos. Portanto fique e lute nessa batalha sem fim com seus irmãos de destruição.

Por: Lilith